A morte da Dra. Zilda Arns traz um inegável sentimento de orfandade, mas, ao mesmo tempo a confiança de que o compromisso humano e seriedade que sempre nortearam o trabalho da Pastoral da Criança está arraigado no modo de ser, falar e agir de cada colaborador, assistido e parceiro da Pastoral.
E isto é fruto de exemplo, gente, não de discurso.
A Dra. Zilda viveu uma vida que continua, que se eterniza no seu legado.
Ficamos, sim, órfãos de sua presença, jamais de sua memória, testemunho e trabalho.




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